About Me

21 maio 2019

#Carta para um futuro distante.

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Essa postagem faz parte de um projeto de blogagem coletiva promovido pela BlogaWeb, a rede social dos blogueiros e blogueiras. O tema do mês de Maio é: "A criança que eu era me orgulharia do adulto que me tornei hoje?"

Querida Gabriela,

 Você gosta de ser chamada de querida hoje em dia? Já deixou a aversão pelo seu nome e o amor por ser chamada de Gabi? Ou hoje em dia tem algum outro apelido que te chama a atenção? Seus amigos ainda são os mesmos ou já não se lembra mais daqueles que fizeram parte da sua vida? Ainda se lembra de mim, não é? De quem eu sou? De quem eu era? E do que fizemos esse tempo todo? Bom...Vamos falar sobre o que eu tenho percebido...

Você aprendeu. Você aprendeu muito desde que era só uma criança como eu. Passou pelo fundamental, pelo ensino médio e completou uma faculdade. Você cresceu. Mas aprender realmente te tornou uma pessoa melhor? Você aprendeu o que era o “ser” e o “não ser”, aprendeu a deixar as coisas te mudarem, as pessoas te rotularem. Você aprendeu o que é um “rótulo”. Se lembra de quando te chamavam de “Verme” na escola? Ou de “Gabruxela”? Você chorava, mas nunca deixou que esses rótulos dissessem quem você era. Porque você sabia o que você era, você tinha confiança em você. E agora... Agora é você quem usa desses rótulos para se ferir. Para me ferir. Não estou feliz com isso, não estou feliz sabendo que “sou gorda” ou que “sou feia”, porque isso nunca me incomodou. Saber demais realmente te transformou em uma pessoa melhor? Ou te privou do que nós duas sabíamos que éramos antes de deixar o mundo nos contaminar como nosso saber?

Você conheceu um mundo novo, pessoas novas e se privou do que conhecia antes, se privou do mundo real, se privou do existir. Se lembra de quando éramos crianças? Na primeira série quando beijamos um garoto? Você tinha coragem. Todos podiam dizer o que quisessem de você, mas você tinha coragem. Era você mesma, independente do que os outros diziam. Porque não importavam as outras pessoas. O que queríamos era importante e você gostava disso. Gostava de ter sua voz. Gostava de tomar suas próprias decisões. E agora? O que está fazendo? Deixando as pessoas tomarem as decisões por você? Não tendo uma voz? O que esse mundo que você conheceu fez com você? Foi tão bom se privar de quem era para agradar aos outros?

Você está atingindo nossos objetivos. Mas a que custo? Está tão focada em seu profissional e no seu trabalho que esquece o mais importante da vida... Sua família. Você já não tem mais tempo para eles. Não tem mais paciência para eles. O que vai acontecer com a gente? Porque eu tenho medo de quando acabarmos sozinhas. Porque tenho medo de que nós duas podemos não dar conta mais... Você não acha que está na hora de pisar no freio? De esperar? E de se acalmar? O futuro não está pisando em você e você não tem vivido o presente. De maneira nenhuma.


Não estou decepcionada com você, mas espero que você comece a tomar as rédeas da situação e da nossa vida, porque talvez... Só talvez. Você vá estar sozinha antes de chegar a hora final, porque já vai ter afastado todo mundo. Então sorria mais, ame mais, cante mais, tenha mais paciência. E deixe os velhos hábitos para trás. Saia da frente do computador, saia da frente da televisão e vá conhecer pessoas, porque você merece ser feliz, eu acredito nisso. Você também pode acreditar. Só precisa ter coragem e força para realizar. Esqueça os rótulos. Você não é feia, também não é gorda, não diga isso nem de brincadeira. Diga a todos, com um sorriso no rosto, que você é a pessoa mais bonita desse mundo. Porque é verdade. E eu acredito nisso. Eu acredito em você e você pode acreditar também. Vai tomar um sorvete, limpa essas lágrimas do rosto, adulta, e vá ser feliz.

Com todo amor do mundo,
Gabi.


Confira também os textos dos outros participantes:
Essa blogagem coletiva foi organizada por meio da BlogaWeb - A rede social dos blogueiros e blogueiras.

19 maio 2019

A Depressão aos Olhos de Hannah Baker (Thirteen Reasons Why)

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Depois de ler Os Treze Porquês e escrever uma resenha, tirei também uns pontos importantes do livro que tratam sobre o que as pessoas que têm depressão ou estão à beira de cometer suicídio podem estar sentindo. Não fui a fundo pesquisar sobre a depressão e nem mesmo escrevi as citações escritas aqui, foram coisas retiradas do livro e que compilei em sete partes.
E além de nos lembrar de como as pessoas podem ser frágeis, Asher nos lembra de uma coisa em especial, nós nunca podemos saber realmente o que se passa na vida de uma pessoa, podemos imaginar, criar teorias, mas nunca realmente saber.

“Então, agora, vamos levar a coisa para o lado pessoal. Seguindo a tal orientação de se abrir – se abrir totalmente –, vou contar o seguinte: meus pais me amam. Eu sei que amam. Mas as coisas não estavam fáceis. Há mais ou menos um ano. Desde que aquele negócio que vocês sabem o que é abriu na periferia da cidade. Quando isso aconteceu, meus pais ficaram distantes. De repente, eles eram obrigados a resolver um monte de coisas. Muita pressão para dar conta dos problemas. Eles conversavam comigo, mas não como antes. Quando cortei o cabelo, minha mãe nem notou. E até onde sei – obrigada, Zach – ninguém no colégio notou também."
– Hannah Baker
No meio dos pensamentos conflituosos de Hannah, algumas dicas surgem e ficamos cara a cara com alguns sinais de como reconhecer pessoas com depressão.

A pessoa se vê no limite, muitas vezes, tudo o que ela sente é vontade de chorar:


“Meus olhos começaram a lacrimejar, mas não consegui desgrudá-los do pequeno círculo molhado onde estava a taça. Se eu tivesse tentado emitir uma única palavra, teria colocado tudo a perder. Ou será que eu já tinha perdido?"
– Hannah Baker

Pensamentos obscuros passam por sua mente, muitas vezes em momentos inesperados:


“Foi naquela vez que os piores pensamentos do mundo entraram, pela primeira vez, na minha cabeça. Foi ali que comecei a pensar em... a pensar em... na palavra que ainda não consigo dizer."
– Hannah Baker

Mudanças inesperadas na aparência^


“Por falar nisso, eu cortei o cabelo no mesmo dia em que Marcus Cooley e eu nos encontramos no Rosie’s. Nossa! Que estranho. Todos aqueles sinais de alerta que chamam nossa atenção são verdadeiros. Eu saí direto do Rosie’s para cortar o cabelo. Eu precisava mudar alguma coisa, exatamente como dizem, por isso mudei minha aparência, A única coisa que eu ainda podia controlar."
– Hannah Baker

Falta de controle sobre suas próprias emoções:


“Mas eu não conseguia mais suportar aquilo. Como vocês veem, Zach não é o único que esconde o sangue quente. Gritei: “Por quê?” No corredor ainda havia alguns alunos. Todos olharam, mas continuaram a andar. Só um parou. E ficou parado, me encarando, enfiando o meu bilhete no bolso traseiro. Gritei as palavras várias vezes. Com as lágrimas escorrendo pelo meu rosto. “Por quê? Por quê, Zach?"
– Hannah Baker.

As pessoas tendem a pedir ajuda de forma indireta, assim como podem pedir diretamente:


"Um bilhete para a sra. Bradley dizendo o seguinte: “Suicídio. Tenho pensado nisso. Não muito a sério, mas tenho pensado nisso”. Esse foi o bilhete. Palavra por palavra. E eu sei que foi assim, palavra por palavra, porque o reescrevi dezenas de vezes antes de entregá-lo. Eu escrevia, jogava fora, escrevia, amassava o papel, jogava fora. Mas por que estaria escrevendo aquilo? Me fazia essa pergunta todas as vezes que gravava as palavras numa nova folha. Por que eu estava escrevendo aquele bilhete? Era mentira. Eu não estava pensando naquilo. Não pra valer. O pensamento entrava na minha cabeça e eu mandava ele embora. Mandei ele embora um monte de vezes."
– Hannah Baker


Por mais que se encontrem no final do túnel, continuam buscando motivos para se agarrar a vida e serem felizes:


“Só de saber que eu iria ao Monet’s escrever poesia tornava meus dias mais suportáveis. Se acontecia alguma coisa engraçada, chocante ou dolorosa, eu pensava: isso daria um poema fascinante.
– Hannah Baker

E então, quando não aguentam mais a pressão, a dor nos ombros, a tristeza, estas pessoas sucumbem e se sabotam, buscando um motivo final para poderem levar adiante os pensamentos que rondavam sua mente.


“É, então, sem mais nem menos, eu me abandonei. Meus ombros amoleceram. Minhas pernas caíram para o lado."
– Hannah Baker
Algo comentado no livro e que deve ser ressaltado, é que nunca (NUNCA) independente do que estejamos passando no dia, ou do que alguém te diz, nunca peça a uma pessoa que está te pedindo ajuda que “siga em frente”, muitas vezes, o “siga em frente” pode ser um passo para o final de tudo. Vale a pena seguir com o final? Dar a deixa para que alguém abrace a morte? Não. Com certeza não.
“É uma opção, e é disso que estamos falando. Veja bem, uma coisa aconteceu, Hannah. Eu acredito em você. Mas se não quer dar queixa e não quer confrontá-lo, você precisa considerar a possibilidade de seguir em frente, deixando isso para trás."
– Sr. Porter

#Resenha — Os Treze Porquês (Thirteen Reasons Why)

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Alguma vez vocês já pensaram em contar para as pessoas o motivo de elas terem te magoado? Já pensou em receber de alguém uma mensagem, uma carta ou qualquer coisa falando sobre como você teve um efeito positivo ou negativo em sua vida? Já chegou a pensar no efeito que você tem sobre a vida das pessoas que te rodeiam? Acha que suas ações têm sido positivas? Negativas? Quem é você diante das pessoas que te cercam? Bem... Hannah Baker teve muito tempo para pensar nas pessoas que a cercavam e mais tempo ainda para pensar no efeito que essas pessoas tiveram em sua vida, no efeito “bola de neve” que a levou até uma decisão crucial e sem volta. Seu suicídio.

Descubra mais sobre a trama e leia a minha resenha completa clicando em Leia Mais.

24 março 2019

#Resenha — Maldosas (Pretty Little Liars #1)

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Você alguma vez na vida já deve ter ouvido falar de Pretty Little Liars, a série juvenil que roubou o coração de muitas pessoas, com seu mistério envolvente e suas personagens que cativam desde o primeiro instante. Se você já assistiu a série, ou ouviu falar dos livros, com certeza tem alguma personagem que mais chama a sua atenção.

Maldosas é o primeiro livro da série, que consiste em (PASMEM!) 19 livros, divididos em quatro arcos (com quatro livros em cada arco) e três livros extras. Os livros são voltados para um público mais adolescente, recheado de mistérios e segredos constrangedores de quatro melhores amigas que tornam a se reencontrar após três anos estando separadas.

O livro é escrito em terceira pessoa, a leitura é de fácil entendimento, como é um livro atual a linguagem é bastante atual e bem dinâmica, por se tratar da vida de adolescentes, Sara Shepard não usa termos tão antiquados e nem mesmo busca se ater muito a fatos simples, os capítulos são curtos, contendo pouco mais ou pouco menos de dez páginas, cada um deles contando a visão de uma das garotas, para que saibamos o que vem acontecendo na vida de Aria Montgomery, Emily Fields, Spencer Hastings e Hanna Marin.


Descubra mais sobre a trama e leia a minha resenha completa clicando em Leia Mais.

15 setembro 2018

#Urbanizando — De volta aos anos 50 com Johnny Rockets

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Talvez setembro se torne o mês oficial de retomar projetos antigos, já que estou com umas duas ideias na cabeça e uma delas envolve e muito a postagem de hoje.
Assim como a coluna 7 x 1 trago do baú quase esquecido de ideias, a sessão Urbanizando que é basicamente uma série sobre lugares para ir, onde comer e o que fazer para se divertir.
Explicada a ideia, vamos falar de coisa boa, vamos falar de tecpix comida!
Se você assim como eu gosta de coisas retrô e um bom hamburguer, clique em "leia mais" e conheça a lanchonete temática Johnny Rockets

11 setembro 2018

#ForaDeSérie — For The People

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Shonda Rhymes é uma daquelas pessoas que eu poderia ler até a lista de compras se deixassem e olha que não se trata de uma autora literária e sim da rainha das séries produtora de títulos como Greys Anatomy e Scandal.

E, como toda rainha da criatividade não conhece limites, estreiou ontem - no Sony - a sua nova aposta: For The People.

Normalmente, não costumo escrever indicações após assistir apenas o piloto de algum seriado, entretanto como o selo Shondaland de qualidade não se brinca e aqui estamos para falar mais sobre o que provavelmente se tornará meu mais novo vício.


Focando em seis advogados recém-saídos da faculdade de direito, o drama explora as dificuldades e a vida dentro e fora do tribunal mais importante de Nova Iorque, o "Mother Court", onde aconteceram os julgamentos mais importantes da história (Martha Stewart e Titanic foram processados lá). O grupo é dividido entre promotores e defensores públicos, porém como já é esperado de uma série da Shonda não existe uma divisão entre bons e maus como seria visto em outros dramas legais (Law & Order que o diga).




Logo de cara, percebe-se a ausência de um protagonista, o tempo de tela é bem dividido entre os seis integrantes do grupo e inclusive os chefes de departamentos ganham um certo destaque. Essa falta pode ser um dos fatores que me fizeram não gravar nenhum nome de personagem, mas como passei apenas pelo piloto, suponho que seja um assunto a ser resolvido no decorrer da temporada.

Outro ponto que pode ou não ser considerado negativo é o fato da série não possuir aquele ritmo frenético que já se espera das produções de Rhymes, considero até que ela esteja naquele patamar "café com leite" que atribuo a títulos como The Good Witch.

CONCLUSÃO

Enredo: 3.5 ♥ ♥ ♥
Desenvolvimento: 3 ♥ ♥ ♥
Originalidade: 3.5 ♥ ♥ ♥
Geral:  3.3 ♥ ♥ ♥ — Boa

Tem uma boa premissa e espaço para desenvolver os personagens (seus conflitos dentro e fora do tribunal), mas ainda é necessário ter uma lapidada no ritmo e no desenvolvimento do roteiro. Os últimos quinze minutos é que salvaram o episódio em geral.


Se espero por mais episódios? Com certeza, já até deixei anotado e ficarei ligada toda segunda-feira às 22h na Sony.
E você, já assistiu essa série?  Deixa um comentário contando as suas impressões!

31 agosto 2018

#BEDA31 — BlogDay 2018 e o final do BEDA

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cr: unsplash


Estamos nos últimos minutos do segundo tempo desse dia trinta e um e lá vou eu escrever a última postagem desse desafio / maratona que é o BEDA.

E a pergunta de um milhão de dólares é: O que ficou do Blog Everyday in August?



Fica a saudade de ver a blogosfera unida, de visitar os blogs sabendo que tem conteúdo novo direto... Também fica o orgulho de ter conseguido cumprir com boa parte das postagens e escrever mais em um mês do que muitas vezes consegui em um ano... E a certeza de que a paixão pela arte de juntas fonemas e transformá-los em algo interessante ainda está transbordando aqui dentro.

Foi maravilhoso conhecer blogs novos e ler os comentários que vocês deixaram aqui (e que na correria só consegui responder os primeiros dias), então meu maior obrigada é a todos que visitaram o meu cantinho esse mês e fizeram ver que existe amor na internet sim ♥

Mas agora chega de papo e bora falar mais sobre o #BlogDay e indicar os queridinhos desse mês?


30 agosto 2018

#BEDA30 — Meta de Seriados: Setembro

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Se você está vendo essa postagem significa que preciso acender uma vela para quem quer que tenha inventado a função "programar publicação" haha. Brincadeiras a parte, esse é um dos posts que - sabendo a correria que seria meu final de agosto - deixei escritos e programados para conseguir terminar o desafio #BEDA com tranquilidade.

Ontem foi dia de falar sobre livros que estou planejando ler, mas como boa veterana de séries que sou, bora conversar sobre o que está na minha lista da Netflix e afins?

Station 19

Quem me conhece sabe que acompanho Greys Anatomy desde que lançaram na Sony e sou daquelas que separa a segunda-feira como dia sagrado para ver os episódios então nada mais justo do que acompanhar mais um spin-off dessa série maravilhosa.

Premissa: Ainda em Seattle dessa vez saímos do hospital e vamos acompanhar o dia a dia do quartel de bombeiros em que o Ben Warren, marido da Bailey e ex-cirurgião trabalha.

Onde assistir: Canal Sony, segunda-feira às 21h

SKAM



Considerada a Skin da nova geração, a série norueguesa que tem como tradução do título "vergonha" me interessou depois que vi essa citação da foto.

Premissa: série que mostra a vida de alguns adolescentes noruegueses e trata de diversos temas como sexo, feminismo, islamismo.

Onde assistir: boa pergunta, também estou procurando!

OUTLANDER

Comecei a assistir essa série pois a abstinência de Anne with E me fez procurar coisas que lembrassem o visual de época que a série da ruivinha tem e me apaixonei.  Já me vi procurando artigos para saber mais sobre os personagens e estou radiante em dizer que é uma série em andamento, então ainda temos muitos eps pela frente!

Premissa: Claire é uma enfermeira inglesa de 1945 que de uma hora para outra volta 200 anos no tempo e tem que se virar na escócia em pleno conflito entre as Terras Altas e o império britânico

Onde assistir: Netflix • Fox Premium

PRETTY LITTLE LIARS


Uma das séries mais icônicas da última década, mas que infelizmente só peguei interesse depois que finalizou (mesma situação que aconteceu com Gossip Girl). É uma daquelas que fico querendo finalizar logo, mas empaquei na segunda temporada e não sai mais, então a meta é chegar ao final da terceira temporada.

Premissa: 
Cinco amigas inseparáveis têm suas vidas mudadas para sempre quando uma delas, a líder do grupo, desaparece misteriosamente. Um ano depois, Alison ainda está sumida e ninguém sabe se ela ainda está viva. Enquanto isso, as outras quatro adolescentes passam a receber mensagens ameaçadoras de alguém que sabe de um grande segredo que elas guardam.
 — fonte: minha série 

Onde assistir: Netflix


Okay, okay, eu sei que é muita areia pro meu caminhãozinho de maratonista de seriados, mas não custa sonhar que pelo menos metade dessa lista é possível de ser realizada.

E você, já assistiu algum dos títulos? Me recomenda mais alguma série?

Essa postagem faz parte do BEDA (Blog Everyday August) o que significa que durante esse mês de agosto inteirinho vão ter postagens frescas todos os dias, yay!

29 agosto 2018

#BEDA29 — Meta de Leitura: Setembro

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Se você está vendo essa postagem significa que preciso acender uma vela para quem quer que tenha inventado a função "programar publicação" haha. Brincadeiras a parte, esse é um dos posts que - sabendo a correria que seria meu final de agosto - deixei escritos e programados para conseguir terminar o desafio #BEDA com tranquilidade. 

Setembro e Maio são os meses que temos o recesso na UFABC, não são muitos dias, mas são as únicas datas que consigo relaxar e pegar alguma coisa não acadêmica para ler, ou seja, realmente quero aproveitar para finalizar algumas leituras que tenho aqui em casa.

O que nos leva a postagem de hoje: Meta de Leitura.

Como estaremos em campanha do Setembro Amarelo, quero incluir algum sic-lit na lista, mas por ser uma postagem programa, ainda não tenho nenhum título definido.
Outra coisa a se considerar é que é improvavel que eu consiga ler todas as obras daqui, mas se conseguir completar pelo menos dois livros nesses quinze dias de férias, já estarei feliz.

Agora chega de papo e vamos aos livros (clique em "leia mais")

28 agosto 2018

#BEDA28 — Conheça King Princess

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Se você está vendo essa postagem significa que preciso acender uma vela para quem quer que tenha inventado a função "programar publicação" haha. Brincadeiras a parte, esse é um dos posts que - sabendo a correria que seria meu final de agosto - deixei escritos e programados para conseguir terminar o desafio #BEDA com tranquilidade. 

Pensa numa artista com qualidade, representatividade, criatividade e que as músicas são daquelas que tu coloca no repeat e esquece da vida? Então já tem ideia do nível da cantora que vou apresentar hoje.


Mikaela Strauss ou, como prefere ser chamada, King Princess foi o achado do ano. A conheci através daquelas listas aleatórias do Spotify e de cara já fiquei apaixonada pelo seu single 1950.

Com uma sonoridade que beira o pop e o indie alternativo, a cantora dedicou essa faixa a questão histórica do amor LGBT+, utilizando do chamado "queerness" para falar sobre o amor homossexual que durante muito tempo foi sobrevivendo renegado ao âmbito privado.

"O amor LGBTQ+ só conseguiu existir privadamente por muito tempo, expresso na sociedade através dw arte codificada. Eu escrevi essa música como uma história de amor não correspondido na minha vida, fazendo o meu melhor para reconhecer e homenagear essa parte da história".  — King Princess em uma entrevista.




Essa música, assim como as cinco canções que compõe o EP de estreia, Make My Bed, é caracterizada pelo não uso de pronomes e a delicadeza em trazer a temática LGBT+ pincelada como pistas e entrelinhas.

Apesar de ainda não muito conhecida no país, Strauss teve seu boom depois do cantor Harry Styles citar um trecho em seu twitter. E, conhecendo como são os fãs de grandes bandas, basta uma fagulha para acender a curiosidade das pessoas.





Bom, depois de dar uma contextualizada, é hora de pegar os fones de ouvido, se acomodar e se deixar levar de volta a 1950.





LINKS:


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